quinta-feira, 25 de junho de 2009

Deus Justiça; Deus amor. Um ponto em tensão

Introdução

Deus está acima de tudo que podemos falar, pensar e estudar e/ou qualquer outro verbo de ação. Deus é Deus e pronto.

Incumbindo a nós a tarefa dessa desventura de pesquisar os atributos de Deus, o qual se deixa estudar pela suas revelações e em seus vários aspectos de seu caráter.

Deus é amor, Deus é justiça o assunto a ser pesquisado em seus atributos morais.

O salmo 103 nos versículos 17 e 18 dizem que: “Mas o amor do Senhor é de eternidade a eternidade , sobre os que o temem e a sua justiça sobre os filhos dos filhos para com os que guardam a sua aliança e para com os que se lembram dos seus tratados e os cumprem”

Deus é amor e justiça para todo sempre e aqueles que estão sob sua obediência entende perfeitamente essa pratica de Deus amoroso, justo e não pressupõem duvidas ou questionamentos a suas ações de amor e justiça.

Amar com seu amor incondicional, pois fomos criados a sua imagem e semelhança. A sua palavra nos revela todo esse amor em Jesus Cristo. No evangelho de João no capitulo 3 no versículo 16 demonstra “esse amor de tal maneira”, amor que nos constrange e nos faz estar regozijados em sua presença de amor, santidade e justiça.

Quando Grudem (2001, p.96) aponta com clareza os tributos morais de Deus escrevendo de uma forma objetiva quanto ao amor de Deus:

O amor de Deus significa que Deus se dá eternamente a outros. Essa definição entende o amor como dar a si próprio para o benefício de outros. Esse atributo de Deus mostra que o amor é parte de sua natureza de dar a si mesmo a fim de produzir benção ou bem para outros.

Sua justiça e para com todos, pois Deus é fiel e justo. Uma justiça que não cabe a homem nenhum executar , pois a justiça divina está acima de qualquer ser. Ela é imparcial, Deus é justo, juiz e julga conforme seus preceitos e seu amor, pois corrige a quem ama e veredita com seus mandamentos de criador, soberano e pai.

Deus é amor,justiça e juízo a respeito desse estudo.

Horton Stanley (1996.p.140) pontua que:

O padrão com que Ele se apresenta a nós é perfeito e reto (Dt.32.4). Por isso, não podemos, por nós mesmos ser aprovados por esse padrão, que Deus usa para avaliar-nos, pois todos nós ficamos em falta (Rm 3.23). E “tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos” (At. 17.31). Por outro lado, Deus também se preocupa com suas criaturas, preservando-as (Sl 36.5-7), além de lhes proporcionar a esperança para o futuro.

Deus é amor e se importa conosco não cometendo erros na sua justiça. Muitas pessoas (que se dizem evangélicas) apresentam apenas o Deus justo, “carrasco” um Deus “general” que dita apenas ordens através de “igrejas e/ou pessoas que se dizem em nome de Deus” e conhecedores da Bíblia. Que aplica punição para aqueles que não andam conforme “os preceitos e doutrinas desses homens ou igrejas, depositam fardos pesados que nem mesmo eles conseguem carregar. Como O Senhor Jesus já dizia dos fariseus e esquecendo do Deus de amor que nos ama no jeito que somos. Sim Deus repudia o pecado em todas as suas maneiras, atos que desagradam a Deus, Ele nos corrige e ensinam através de Seu Espírito Santo, sua Palavra, homens piedosos que apresentam Deus em sua forma de Amor e Justiça.

Considerações Finais

Entendo que Deus sempre tem o melhor para aqueles que são separados e vivem em obediência, não que isso não seja para todos, muito pelo contrário Deus ama a todos e não faz acepção de pessoas e que dar o seu melhor a toda a humanidade, mas infelizmente aqueles que não são lavados no sangue do cordeiro – Jesus Cristo, não pode ter comunhão com Ele e por isso não são separados (ainda para muitos) para terem uma vida reta e santidade.

Mas para aqueles que possuem essa comunhão e vivem em obediência Deus se revela em seus atributos comunicáveis morais com o propósito de abençoar, aplicar sua justiça e nos amar, para que possamos chegar a Ele com amor e sentirmos justificados pelo seu Espírito que nos convence do pecado, da justiça e do juízo (João 16.8)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Não há dúvidas!!!!

Um jovem universitário se encontrava num debate com os colegas de classe e seu respectivo professor, que lançou um assunto polemico, assunto esse sobre a travessia do mar vermelho, relatava ele que naquela época só foi possível a travessia porque o mar naquele lugar não passava de um palmo de água. o jovem começou a glorificar exaltar o Deus todo poderoso, o professor ficou sem entender porque de tanta exaltação e tributação, e perguntou ao jovem o motivo de tudo aquilo. respondeu-lhe o jovem , e porque o meu Deus e o todo poderoso, matou cavalos e cavalheiros num palmo de água.

Uma Cruz

Um avião, quando estava a trezentas milhas de São Francisco, rumando para o Havaí, começou a apresentar problemas no motor. O piloto resolveu retornar. Em menos de uma hora o avião estava sobre São Francisco, mas uma densa névoa tinha coberto toda a área acima da baía. Virando-se para o co-piloto, ele disse: "existe uma montanha ao leste da cidade em cujo topo encontra-se um cemitério onde há uma enorme cruz. Se eu puder achar os braços daquela cruz, conduzirei meu avião com segurança até o aeroporto." Ele voou por cima da névoa e localizou a cruz aterrissando sua nave tranqüilamente na pista. Muitas vezes deparamos com sérios problemas espirituais que causam transtornos ao nosso viver diário. 
 

O Amor

Contam que uma vez, se reuniram os sentimentos e as qualidades dos homens em um determinado local da terra. O aborrecimento havia reclamado pela terceira vez que não agüentava mais ficar a toa, e eis que a loucura propôs-lhe : - "Vamos brincar de esconde-esconde?" - A intriga levantou a sobrancelha intrigada e a curiosidade, sem poder conter-se, perguntou-lhe: - "Esconde-esconde? Como é isso?" - "É um jogo", explicou a loucura, "em que fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro que eu encontrar vai ocupar meu lugar para continuar o jogo". O entusiasmo dançou seguido da euforia. A alegria deu tantos saltos que acabou convencendo a dúvida e até mesmo a apatia, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar. A verdade preferiu não esconder-se. - "Porque se esconder, se no final todos me encontram?" A soberba opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a idéia do jogo não ter sido dela.), e a covardia preferiu não se arriscar. - "Um, dois, três, quatro, cinco...". (começou a contar a loucura.) A primeira a se esconder foi a pressa, que como sempre tropeçou na primeira pedra que encontrou no caminho e caiu. A fé subiu ao céu e a inveja se escondeu atrás da sombra do triunfo, que com o seu esforço havia conseguido subir na copa da mais alta arvore. A generosidade quase que não consegue se esconder, pois cada lugar que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos. Se era um lago cristalino era ideal para a beleza; se era a copa de uma árvore, era ideal para a timidez; se era o vôo de uma borboleta, era ideal para a volúpia; se era uma rajada do vento, magnífico para a liberdade, e assim, acabou se escondendo em um raio de sol. O egoísmo, ao contrário, encontrou um lugar muito bom desde o inicio, ventilado, cômodo, mas fez questão de ficar apenas para ele. - A mentira se escondeu no fundo do oceano (na verdade e mentira, se escondeu atrás do arco-íris), e o desejo no centro dos vulcões. O esquecimento, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é tão importante. Quando a loucura estava nos 999.999, o amor ainda não tinha encontrado um local para se esconder, pois todos já tinham ocupado os melhores lugares, ate que encontrou um roseiral, e carinhosamente se escondeu entre as suas rosas. - "Um milhão", contou a loucura, lá vou eu! A primeira a ser encontrada foi a pressa, caída a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a fé em uma pequena discussão com Deus sobre zoologia. Sentiu-se vibrar o desejo nos vulcões. Em um descuido se encontrou a inveja, e claro que assim se pode deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo, este não teve de se procurar, pois ele saiu em disparada de seu esconderijo (que na verdade era um ninho de vespas). De tanto caminhar a loucura sentiu sede e ao aproximar-se de um lago, descobriu a beleza. A dúvida foi mais fácil ainda, foi encontrada em cima de uma cerca sem se decidir de que lado esconder-se. E assim foram se encontrando todos. O talento, entre as ervas frescas, a angústia foi encontrada em uma cova escura, a mentira, atrás do arco-íris (não, mentira, a ,mentira estava no fundo do oceano), e até o esquecimento, para quem havia se esquecido que ele estava brincando de esconde-esconde, o lugar que ele foi achado eu esqueci, mas tudo bem. Apenas o amor não aparecia em nenhum lugar. A loucura procurou atrás de cada arvore, embaixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, achou um roseiral e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito. Os espinhos haviam ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para se desculpar. Chorou, rezou, implorou, pediu perdão e ate prometeu ser seu guia. E....desde então, quando se brincou de esconde-esconde pela primeira vez na terra......o amor é cego e a loucura... sempre o acompanha!